22 março, 2013

CONDIÇÕES PARA SE TER UMA ORAÇÃO RESPONDIDA

1-) PEÇA
Ao orar, um discípulo deve pedir realmente. “Nada tendes, porque não pedis”. (Tg.4: 2)

“Por isso vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á”. (Lc. 11: 9-10)

“Quem dera que se cumprisse o meu pedido, e que Deus me concedesse o que eu anelo”. (Jó 6: 8)

Deus quer nos ensinar, no exercício da oração, pedir e aguardar pelo pedido. Bater na porta e não na parede, onde Deus não responderá. Precisamos ser específicos na oração. Muitos podem orar por semanas, sem ter contudo pedido uma única coisa. Somente aprendendo a orar especificamente podemos ter experiência específicas para enfrentar dificuldades específicas.

2-) NÃO PEÇA MAL
“Pedis, e não recebeis, porque pedis mal”. (Tg. 4:3)
Os homens podem pedir a Deus com base nas suas necessidades, mas não devem pedir sem razão ou acima de suas necessidades. Deus apenas suprirá a nossa necessidade e nos dará aquilo que é necessário. Muitas vezes, entretanto, Deus realmente nos concede excessiva e abundantemente mais do que tudo que pedimos. Enfim, pedir mal  é exceder o limite da nossa real necessidade.

3-) O PECADO DEVE SER TRATADO
O pecado pode se tornar um obstáculo que impede nossas orações de serem respondidas ou atendidas por Deus.
(Sl. 66:18) “Se eu no coração contemplar a iniqüidade, o Senhor não me ouvirá”.
O que significa contemplar a iniquidade? Simplesmente que em seu coração há um pecado que não está disposto a abandonar. O homem de Romanos 7 é bastante diferente. Ele declara que o que ele faz é algo que odeia. Não há nenhum valor em estarmos libertados do pecado externamente e ainda permanecermos interiormente ligados a ele.
(Pv. 28:13) “O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”.

Alguém deveria ir ao Senhor dizendo: Aqui está um pecado que meu coração realmente contempla e acha difícil de deixar, mas agora eu peço o Teu perdão. Estou desejoso de deixá-lo; peço-Te que me libertes dele de modo que não permaneça comigo. Eu não o quero e o resisto. O Senhor passará por cima do seu pecado se você o confessar diante dEle.

4-) VOCE PRECISA CRER
“Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco”. (Mc. 11: 24)
Essas palavras de Jesus nos falam do poder da fé, que Ele quer imprimir em nossos corações. Pedir alguma coisa, já crendo que recebemos sem termos recebido nada. Fé é uma pessoa crer que ela recebe aquilo pelo que ora.
“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”. (Hb. 11: 1)
O Senhor Jesus nunca associa a fé com o receberá. Mas nós mudamos a fé do recebestes para o receberá. Portanto, fé é chegar ao ponto de poder proclamar que Deus já ouviu a oração.

5-) CONTINUE ORANDO
(Lc.18: 1) Na parábola do juiz iníquo, Jesus nos ensina sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer. Orações que requerem persistência. Devemos continuar orando até que o Senhor esteja esgotado, por assim dizer, ao irmos continuamente a Ele. Isso não é sinal de descrença, mas, simplesmente, outro tipo de fé: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra”? Disse o Senhor. Esse é o tipo de fé que crê que, através da oração persistente, Deus finalmente responderá, com ou sem uma promessa prévia.

PORQUE DEVEMOS ORAR?
Por que Jesus em seu ministério terreno nos deu o exemplo do que é alguém realmente compromissado com a oração. Toda ação do Nosso Senhor Jesus era fruto de oração. Toda realização do Seu ministério era precedido da direção do Espírito em obediência a uma palavra do Pai. (Jo. 12: 49)

“Porque eu não tenho falado de mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, Esse me tem prescrito o que dizer e anunciar”.

“...Jesus está à direita de Deus e também intercede por nós” (Rm. 8:34)

“É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus... “ (Jo. 17: 9)

“Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartira Ele o despojo, porquanto derramou sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu”. (Is. 53: 12)

“Multidões afluiam para o ouvirem e serem curadas de suas enfermidades, Ele, porém, se retirava para lugares solitários e orava”. (Lc. 5: 15 e 16)

“Naqueles dias, retirou-se para os montes, afim de orar, e passou a noite orando a Deus”. (Lc. 6: 12)

“Estando Ele orando a parte…” (Lc. 9: 18)

“…tomando Pedro, João e Tiago, subiu ao monte com o propósito de orar”. (Lc. 9: 28)

“Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tiro de pedra, e, de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres passa de mimeste cálice, contudo não se faça a minha vontade, e sim a Tua”. (Lc. 22: 41 e 42)

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lc. 23: 34)

O último clamor: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”.



POR QUEM ORAR?

. Todos os filhos de Deus devem orar diariamente pelas pessoas do mundo, para que sejam salvas.

. Pedir a Jesus, Senhor da Igreja, que Ele conceda graça, dons e vida ao Corpo.

. Orar pelo país em que vivemos para podermos levar uma vida tranquila e mansa, em toda piedade e pureza.

. Orar pelas nações, pelos enfermos e abatidos.

. Orar pelos irmãos perseguidos para que Deus mude o coração de governantes das nações opressoras.

(I Ts.5: 16-18) – “Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo daí graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”.





FONTE SITE IGREJA EM SAO VICENTE.

Existem 2 inimigos nas nossas vidas

1º O nosso eu
O nosso eu é um ídolo quando nos amamos
A soberba proceda a ruína
O orgulho nos leva a destruição e a desgraça
Quando nós deparamos com alguma situação do nosso irmão e gera um sentimento em nós de preservação isso demonstra o nosso orgulho

Precisamos tomar cuidado com o nosso maior inimigo (eu mesmo)
A nossa natureza humana é terrível sempre querendo ser um deus

Precisamos nos humilhar
Como nos humilhamos?
Reconhecendo que não somos nada e nos humilharmos diante do único DEUS verdadeiro.

O nosso eu precisa ficar no lugar que é devido a ele “ A Cruz “

Jeremias 17:5 – maldito o homem que confia no homem...

O nosso 2º inimigo é o diabo
Ele já esta derrotado
Ele não pode nos tocar
I Jo 5: 18 ¶ Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca.

Em Cristo somos mais que vencedores

Que a nossa atitude seja todos os dias a mesma de JESUS e assim teremos vitória sobre os nossos 2 inimigos

Fil. 2: 5  Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;
7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,
 8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.



FONTE SITE IGREJA EM SAO VICENTE.

Revelações e advertências notificadas a João (2)

Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra. Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa (Ap 3:10-11)


Mt 13:45-46; Ap 3:1-3; 3:8


Como vimos, as revelações divinas foram esquecidas pelos cristãos, e o acesso às Escrituras ficou restrito às autoridades eclesiásticas. Somente cerca de mil anos depois, no século XVI, após perceber que muitos ensinamentos da igreja estavam relacionados à tradição humana e não à Palavra de Deus, Martinho Lutero publicou noventa e cinco teses, nas quais refutava muitas práticas e ensinamentos oriundos de Roma. Uma das verdades bíblicas que foi restaurada por ele é a da justificação pela fé em Cristo e não por obras feitas pelos homens.

Além disso, Lutero também traduziu a Bíblia, e, logo depois, com a invenção da imprensa, mais pessoas, além do clero, tiveram acesso à Palavra de Deus. Esse período é representado pela igreja em Sardes que significa restauração. Embora essa igreja tenha recebido a revelação das verdades, não demorou muito para perderem o mais importante, o que é essencial: a realidade que vem pela vida divina. Por isso o Senhor a advertiu, dizendo: “Tens nome de que vives e estás morto” e “não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus” (Ap 3:1-2). Por causa de estudos e análises dos textos bíblicos, surgiram várias interpretações e novas doutrinas, que produziam discussões, em vez de promover a economia de Deus na fé (1 Tm 1:4). Isso é a característica de quem vive segundo a vida da alma, e não segundo o Espírito.

Como resultado, ao longo dos séculos, os cristãos têm-se dividido. Igrejas estatais e diversas denominações surgiram e logo, gradualmente, a prática da revelação da Palavra de Deus foi novamente abandonada. Alguns passaram a exercer seus ministérios particulares, dando mais ênfase ao que consideravam ser doutrinas fundamentais, e outros a valorizar mais as manifestações exteriores do Espírito.

Graças ao Senhor, o Espírito reagiu, e, por meio da revelação dada à igreja em Filadélfia, vemos que o Senhor valoriza muito o Seu nome e a prática de Sua palavra: “Guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome” (Ap 3:8). O significado de Filadélfia é amor fraternal. Por tomarem a Palavra no espírito, eles não perderam tempo discutindo ou analisando as verdades; eles as praticaram. Assim a vida de Deus neles cresceu e se manifestou na forma de amor entre os irmãos. Isso fez deles uma pérola de grande valor, como descrito em Mateus 13:45-46. Como a igreja em Esmirna, os que seguem o caminho de Filadélfia também têm a promessa do galardão: “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap 3:11).

Para a igreja em Laodiceia, porém, o Senhor vem mostrar a necessidade de se humilhar, pois ela se considera abastada, isto é, acha que não precisa da ajuda de ninguém, não vendo assim, sua própria condição (vs. 17-18). Enquanto Esmirna era pobre, mas foi considerada rica pelo Senhor, Laodicéia se considerava rica, mas o Senhor expôs sua pobreza, cegueira e nudez. Por ser morna, a ponto de ser vomitada de Sua boca, Ele a chama ao arrependimento (v. 19). Essa é a misericórdia de Deus!

Que possamos deixar as complicações da mente caída e todo orgulho a fim de andar no caminho que agrada a Deus e traz o Seu reino: praticar a Palavra e invocar o nome do Senhor!






Alimento Diário - O ministério que seguimos e praticamos
Escrito por Dong Yu Lan 



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17 março, 2013

AOS JOVENS

Filho de quem?

Quem já passou, ou está passando, pelo ensino médio deve lembrar-se de Fibonacci, matemático italiano do século XIII que idealizou a célebre “seqüência de Fibonacci”. Essa seqüência é figura marcada nas lições de progressão, da matemática, nas classes de reprodução celular, da biologia, e podem ainda aparecer em alguma aula de ondulatória, de um professor de física mais criativo. É interessante, porém, que o verdadeiro nome do matemático, registrado em sua obra “Liber Abaci”





Aos Jovens



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AOS JOVENS

Uma história diferente

Os jovens vivem hoje um contexto paradigmático: por um lado, a sociedade da informação, a sociedade globalizada, iconizada na pessoa do jovem, é cada vez mais socialmente consciente, atuando positivamente em favor da preservação ambiental, do crescimento sustentável, dos regimes de igualdade, justiça e desenvolvimento humano. Por outro lado, os mesmos mecanismos de socialização, os mesmos instrumentos de comunicação que tornam o mundo globalizado.




Aos Jovens



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AOS JOVENS

Alcançando o índice

Hoje, um grupo de vencedores está sendo preparado. São pessoas sob um treinamento intenso e, por vezes, duro. Talvez em sua escola haja vários deles, também em sua família e, com certeza, você é um deles. Jovem cristão, você é um representante da família e do povo de Deus. Ele conta com você para participar de uma prova que não apenas resultará em prêmio e coroação para aquele que vencer, mas também afetará para sempre a história do universo.




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MEDITANDO

Como resolvemos nossos problemas?

O homem caído tem dificuldades para se envolver com as coisas de Deus (Mateus 26:36-45). Somos fortes demais para algumas coisas, mas muito fracos para outras. Quando o Senhor Jesus estava prestes a ir para a cruz, Ele chamou Seus mais íntimos discípulos para orar. Ele queria escoar um pouco Sua tristeza pela oração, queria sentir Seus principais discípulos a Seu lado. Ele imaginou que pudesse contar com Pedro e com os dois filhos de Zebedeu (Tiago e João).





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MEDITANDO

A esperança do nosso chamamento

O título do hino é A esperança do chamamento. Se invertermos essas duas palavras, teremos: chamamento e esperança, e isso nos leva para os dois extremos da eternidade: a eternidade passada e a eternidade futura. Muitas pessoas ficam considerando sobre o que Deus estava fazendo no passado remoto; a resposta para essa pergunta é: Deus estava escolhendo um grupo de pessoas para Ele. A Primeira Epístola de Pedro diz que Deus estava elegendo pessoas




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MEDITANDO

Uma Bíblia diferente

Certa mãe, desejando que a filha pequena se interessasse pela Bíblia e decorasse alguns versículos, trouxe-lhe sua Bíblia toda empoeirada.
- Filhinha, venha ler um pouco a Bíblia. Pode usar a Bíblia da mamãe. Depois pode ir brincar.
- Mamãe, eu prefiro estudar a Bíblia do vovô, que é mais interessante que a sua.
- Não, minha filha, a minha Bíblia e a do vovô são exatamente iguais. Por que você diz que a dele é mais interessante?

- É porque o vovô está sempre lendo a dele e a sua fica sempre na estante pegando poeira. Por isso acho que a dele deve ter coisas mais interessantes e melhores de se ler - concluiu a criança.





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16 março, 2013

MEDITANDO

Lidando com os pecados e Satanás
Uma das eficientes armas de Satanás é fazer-nos desanimar por causa de nossos defeitos e erros. Ele está sempre atento às nossas reações porque elas expõem nossos defeitos, para, no momento oportuno, acusar-nos diante de Deus. Por isso, precisamos atentar para a palavra do apóstolo Pedro e lançar sobre o Senhor, que tem cuidado de nós, toda nossa ansiedade (1 Pedro 5:7). Devemos também ser sóbrios e vigilantes, pois o diabo, nosso adversário, anda a nosso redor, como leão que ruge, procurando alguém para devorar (v.8). Quando pecamos e caímos sob a condenação de Satanás, somos devorados por ele. Por isso, devemos estar a toda hora vigilantes na presença de Deus. Vigiar significa estar sempre pronto contra o ataque de Satanás. Precisamos vigiar para não dar lugar a Satanás (Efésios 4:27) nem lhe dar oportunidade para devorar-nos.





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REFLETINDO

A Importância do Espírito

Certamente os genuínos cristãos querem progredir e crescer em sua vida espiritual. Para que isso ocorra, exercitar o espírito enquanto se lê a Bíblia é essencial e indispensável. Na verdade, tudo o que fizermos para Deus precisa ter origem em nosso espírito, para que Deus aceite a obra de nossas mãos. Os livros de Esdras, Neemias e Ester podem ajudar-nos a entender melhor o genuíno serviço a Deus. Esses são os últimos livros históricos do Antigo Testamento, e seu tema comum é a restauração que Deus fez entre Seu povo, Israel. Para a obra de Deus ser realizada, Ele precisa obter pessoas adequadas. E as pessoas adequadas são as que exercitam o espírito, sem o que não há restauração.

Vejamos alguns dos personagens principais nesses três livros. Em Esdras há Zorobabel e Jesua (ou Josué – cf. Zc 3). Eles foram os principais líderes do povo que retornou da Babilônia para Jerusalém para a reedificação do templo. Para subir a Jerusalém eles pagaram um alto preço ao abandonar tudo o que possuíam em Babilônia. Deus, através de Seus profetas, despertou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, que passou pregão em todo o seu reino para que houvesse o retorno a Jerusalém. Então, Zorobabel e Jesua, juntamente com cerca de cinqüenta mil pessoas, atenderam a esse chamado para reedificar. Ao lançar os alicerces do templo, eles alegram-se muito, com gritos e choro (Ed 3). Depois disso, porém, a obra cessou por dezesseis anos. O que levou a isso foi o surgimento de adversários que os ameaçaram e atemorizaram. Isso, entretanto, não deveria ser motivo para interromper uma obra tão importante, uma vez que todos eles estavam tão motivados a reedificar. Que terá ocorrido?

A resposta está em Zacarias 4:6. Esse versículo indica que a interrupção da edificação deveu-se ao fato de a motivação deles ter se originado em sua força natural, em sua alma, não em seu espírito. Tudo o que iniciamos em nossa alma tem pouca duração, pois facilmente é abalado peças dificuldades e barreiras que surgem. Quando servimos em nossa alma estamos edificando a igreja com madeira feno e palha (1 Co 3), isto é, com elementos caídos de nossa natureza humana. Tal obra não permanece quando submetida à prova. Servir no espírito, isto é, edificar com ouro, prata e pedras preciosas, que representam a obra do Deus triúno, é permanente e inabalável.

Para servir a Deus, precisamos voltar-nos ao nosso espírito e permanecer Nele. Em nosso espírito nada nos pode abalar nem impedir de prosseguir. Somente no espírito podemos dizer com toda ousadia as palavras de Zacarias 4:7: “Quem és tu, ó grande monte? Diante de Zorobabel serás uma campina”. Aleluia!



FONTE SITE IGREJA EM UBERABA.

PARA MEDITAR...

OS DOIS ASPECTOS DA IGREJA

Como já enfatizamos inúmeras vezes, toda verdade na Bíblia tem dois lados. Isso também é verdade com respeito à igreja. A igreja tem dois aspectos: o aspecto universal e o aspecto local. Universalmente a igreja é unicamente uma. Entretanto, localmente a igreja é expressada em muitas cidades. Assim, a igreja universal única torna-se as muitas igrejas locais. Deus é expressado em Cristo, Cristo é expressado na igreja e a igreja é expressada nas igrejas locais. Se não houvesse Cristo, Deus então não seria prático para nós. Seríamos como os judeus que guardam a doutrina de Deus, mas não têm Cristo. Como resultado, Deus é para eles um mero termo; Ele não é prático. O Deus prático é o Deus expressado em Cristo porque Cristo é a expressão prática de Deus. Separado ou fora de Cristo, ninguém pode ter Deus. Entretanto, se você tiver Cristo, então terá Deus. Onde está Cristo? Doutrinariamente falando, você pode responder: “Cristo está nos céus.” Mas se Cristo estivesse somente nos céus, como poderíamos contactá-Lo? Nesse caso, Ele seria doutrinário para nós, sem ser prático. Com certeza, precisamos dizer que hoje Cristo está na igreja. Toda vez que você toca a igreja, toca Cristo. Se tem a igreja, então você tem Cristo. Pela palavra “igreja”, não me refiro a uma construção com um campanário e um sino. Refiro-me à igreja real, que é a expressão de Cristo.


Fonte: Extraído do livro “Tudo o que você precisa saber sobre a igreja” - W. Lee

15 março, 2013

REFLETINDO...

A nuvem onde Deus estava.


 

"O povo estava de longe em pé; Moisés, porém, se chegou a nuvem escura, onde Deus estava" (Êxodo 20:21).

Há épocas em que parece que Deus está encoberto, além de nosso alcance, misterioso e arredio. A expressão "nuvem escura" confirma nossa experiência nas épocas de dúvida e temor.

Mas, examinemos o caso de modo diferente: é, muitas vezes, nessas épocas sombrias que Deus mais opera em nossa vida. As expressões "nuvem escura" e "Deus" parecem contradizer-se.
Ele, porém, usa as épocas negras de desânimo, assim como as fases brilhantes de vitória. Ele está conosco nas nuvens negras das dificuldades da vida.
Quando aceitamos essa realidade básica, estamos prontos para crescer através do que sucede a nós. Deus não nos abandonou.
O nevoeiro abaixou por algum tempo, e devemos andar pela fé. A neblina se levantará e olharemos para a experiência, perguntando-nos por que questionamos as ações do Senhor. E saberemos de algo mais: Ele jamais nos deixa. Suas respostas nem sempre serão o que achamos melhor, mas a amizade que Ele anela ter conosco se aprofundará.

O Deus santo veio a nós em Cristo a fim de revelar como usa a escuridão. A Ressurreição foi a certeza de que a última palavra é sempre dele. A única maneira de viver em liberdade e alegria é admitir que existem dias escuros e sombrios. Sem estes jamais apreciaríamos os dias claros, quando recebemos a resposta que buscamos nas trevas. Com essa confiança, podemos dizer com o poeta: "Encontrei um bom amigo; oh, que grande amigo! Ele me amou antes de eu conhecê-lo. Atraiu-me com cordéis de amor, e,
assim, atou-me a si. E, ao redor do meu coração esses laços, que nada poderá quebrar, me envolvem, pois sou dele e Ele é meu, para sempre e eternamente" (James G. Small).


Deus está nas experiências escuras e nas experiências claras da vida.
 
 
 
 
FONTE SITE IGREJA EM UBERABA.

PARA MEDITAR...

A nossa necessidade de sermos purificados.


 





 
Agora precisamos ponderar um pouco mais sobre a questão do motivo. Ao virmos para a igreja, precisamos ter um motivo puro, nada buscando para nós mesmos. O nosso motivo tem de ser singelo pela restauração do Senhor. Embora possamos ser ignorantes até certo ponto, se o nosso motivo for puro, estaremos sempre prontos para receber luz. Entretanto, se não estivermos dispostos a receber luz, isso in¬dica que o nosso motivo não é genuíno. Precisamos refletir se o nosso motivo é totalmente pela restauração do Senhor. Se não, o nosso motivo é errado. Exteriormente podemos estar certos em todos os aspectos, mas ainda estar errados interiorrnente.

Fui a Xangai pela primeira vez em 1933. Naquela época, encontrei-me com um irmão que entrara na igreja bem no início da prática da vida da igreja naquela cidade. Ele sequiosamente queria ser um presbítero. Embora na aparência ele zelosamente amasse o Senhor, não era a pessoa adequada para ser um presbítero. Ele simplesmente não tinha aquele tipo de capacidade. Ele entrou na vida da igreja em 1928. Quando vinte anos mais tarde, em 1948, ele ainda não era um presbítero, estabeleceu outra reunião em sua cidade natal e sustentou um pregador, fazendo a mesma coisa que Mica fez em Juízes 17.

Durante os últimos catorze anos, tem havido uns poucos entre nós nos Estados Unidos que esperavam tornar-se presbíteros. Quando não eram designados presbíteros numa localidade, mudavam-se sob pretexto de migrar para outra localidade. Quanto mais esperavam tornar-se presbíteros, mais óbvio se tornava de que não deveriam sê-lo. Depois de ir de cidade em cidade, sem serem colocados no presbitério, eles por fim voltaram suas costas à igreja e saíram. Nada testa mais os nossos motivos do que a igreja. A igreja é um candelabro de ouro puro, e não pode tolerar qualquer mistura. Todos precisamos ser purificados. Precisamos orar, dizendo: “Senhor, faça-me puro. Agora que estou em Tua restauração, peço-Te que me purifiques.”

Nenhum de nós na restauração do Senhor deve ser ambicioso. Na restauração, a ambição acabou. Além disso, nenhum de nós deve se importar com posição. É muito melhor não ter posição alguma. Além disso, nunca espere ser um líder. De modo semelhante, você não deve dizer que jamais será um líder ou que você não gosta de ser um líder. Se na vida do Senhor você tem ou não capacidade de ser alguém que lidera, isso é com o Senhor, mas você tem de ser o mesmo, líder ou não. Se não é um líder, então tem de ser um membro vivo, que funciona. Senão, o Senhor não terá caminho entre nós. Você não deve ser humilde e dizer: “Jamais serei um líder”; tampouco deve ser ambicioso e desejar ser um líder. Se não se sente bem quando um irmão ou irmã torna-se um líder, isso revela que a sua motivação não foi purificada.

O meu coração constantemente sofre por causa da situação entre os cristãos. Olhe a situação no catolicismo, protestantismo, pentecostalismo e grupos livres. Onde está o meio de o Senhor edificar a Sua igreja? Precisamos estar claros a respeito da restauração do Senhor e de Sua economia, e precisamos ser puros em nossa motivação.

 




Fonte: Extraído do livro “Tudo o que você precisa saber sobre a igreja” - W. Lee

Revelações e advertências notificadas a João (1).

Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João, o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu (Ap 1:1-2)

Jo 5:39-40; 2 Co 3:6; 1 Tm 1:3-7; 2 Tm 1:15; Ap 2:4; 3:10

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A primeira igreja em Apocalipse a ser advertida por Deus foi Éfeso, que significa desejável (Ap 2:1). Contudo, ainda nos tempos de Paulo, a igreja em Éfeso começou a degradar-se, pois os santos apenas analisavam e estudavam as Escrituras, porém não se voltavam ao Espírito para receber vida e praticar a Palavra (Jo 5:39-40; 2 Co 3:6). Com o tempo, envolveram-se com doutrinas, fábulas, genealogias e discussões que não promoviam a fé (1 Tm 1:3-4), e, por fim, abandonaram o primeiro amor (Ap 2:4).

As igrejas da Ásia foram geradas por Paulo, porém o abandonaram no final de sua carreira (2 Tm 1:15). Muitos anos depois, quando João recebeu as revelações de Apocalipse, as igrejas da Ásia não estavam em boa situação, com exceção de Esmirna e Filadélfia.

A igreja em Esmirna sofria perseguições, e muitos cristãos foram martirizados. A palavra Esmirna vem de mirra, que era uma planta usada para embalsamar os mortos, lembrandonos o sofrimento da morte. Essa igreja representa o período da história em que os cristãos foram perseguidos pelo império romano, do segundo ao quarto século. Entretanto, mesmo diante das perseguições, os irmãos continuavam invocando o nome do Senhor, dando testemunho da fé. Por estarem cheios de vida, mesmo diante da morte mantinham-se fiéis ao Senhor (Ap 2:8-11). Somente Esmirna e Filadélfia têm a promessa de receber a coroa da vida, isto é, a promessa de reinar com o Senhor, mas, para isso, precisam ser fiéis até o fim e conservar o que têm (3:11).

As demais igrejas descritas em Apocalipse representam as condições pelas quais a igreja passou ao longo da história. A igreja em Pérgamo, cujo nome significa torre alta ou casamento, representa os cristãos no início do século IV, quando a política se misturou com a igreja, durante o governo do imperador Constantino. Depois do martírio de Antipas (Ap 2:14), um fiel servo do Senhor, foram introduzidas na igreja em Pérgamo as doutrinas de Balaão e dos nicolaítas: a corrupção e a hierarquia. Os cristãos passaram a ambicionar posições elevadas na sociedade e na igreja, trazendo para esta a influência do governo humano e o trono de Satanás (v. 13). A partir de então, os cristãos deixaram de invocar o nome do Senhor e guardar Sua palavra.

Em seguida, vemos a igreja em Tiatira, que representa os cristãos a partir do final do século IV. Por conveniência, muitos se declararam cristãos, mesmo não tendo crido no Senhor. Nesse período, o poder eclesiástico superou o poder político, a ponto de influenciar as decisões dos reis. Foi nesse tempo que os cristãos deixaram de se submeter à direção do Espírito, ao encabeçamento de Cristo, recebendo os falsos ensinamentos e doutrinas de Jezabel, que induzia as pessoas a cometer prostituição e também idolatria (Ap 2:20). Essa foi uma época de trevas para a igreja, que perdeu totalmente a revelação neotestamentária.

Que o Senhor nos mantenha fiéis ao Seu nome e à Sua palavra, e nos guarde de toda mistura mundana que Satanás quer introduzir na igreja. Amanhã veremos mais sobre a revelação da história da igreja descrita por João em Apocalipse.











Alimento Diário - O ministério que seguimos e praticamos
Escrito por Dong Yu Lan



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O início do ministério do apóstolo João.

Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia (Ap 1:9-11)

 
 
Jo 13:23;14:26; Ap 1:11

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Assim como Pedro, João também foi transformado em sua alma por meio dos sofrimentos (Ap 1:9). Sabemos que, no início da vida da igreja em Jerusalém, João estava constantemente ao lado de Pedro. Apesar de ser um dos doze apóstolos, João não ministrava entre os irmãos, e não se destacava dos demais. Podemos inferir que João talvez não quisesse exercer liderança, tampouco buscar posições elevadas. No livro de Atos, ele é mencionado poucas vezes, mas, por acompanhar Pedro em suas jornadas, João, certamente, aprendeu muitas lições.

Em seu evangelho, ao descrever sua afinidade com o Senhor, afirmou várias vezes ser o discípulo a quem Jesus amava (Jo 13:23; 19:26; 20:2; 21:7). Com o passar do tempo, o amor de Cristo foi de fato trabalhado em João, e, em sua maturidade, ele se tornou amável, como o próprio Senhor Jesus.

Ele foi escolhido para ser o último ministro do Novo Testamento, recebendo o ministério que permanecerá até a volta do Senhor. Ao ser chamado pelo Senhor, João remendava redes de pesca. Essa habilidade retrata uma característica de seu ministério ulterior. A história da igreja nos mostra que ao sair de Patmos, João foi para Éfeso a fim de restaurar, “remendar” a situação da igreja naquela cidade. Ali, no espírito e pela vida divina, ele “remendou” ou corrigiu o que havia sido danificado pela religião, pelo conhecimento doutrinário e pela tradição humana.

No tempo certo, o Senhor, soberanamente, usa em ressurreição as características de Seus servos em prol de Sua obra. Ele usou a ousadia e a intrepidez de Pedro para iniciar a pregação do evangelho. Ao mesmo tempo, João foi trabalhado por Deus. Essa transformação gerou nele um caráter manso, amoroso e paciente que, em sua maturidade, tornou-se muito útil na restauração das igrejas. Louvamos o Senhor por ter escolhido uma pessoa tão amorosa como João para transmitir Suas advertências e repreensões.

Mesmo estando avançado em dias, João foi encarregado por Deus de enviar Suas palavras às igrejas da Ásia (Ap 1:11). Porque era simples e cheio do amor de Deus, ele estava apto para cuidar dos irmãos e ajudá-los a retornar ao primeiro amor. Cremos que, ao chegarem Éfeso, ele não fez acusações ou julgamentos sobre os irmãos, mas os ajudou a arrepender-se, a voltar-se ao espírito e a praticar a Palavra. Dessa maneira, a igreja em Éfeso foi restaurada a uma condição desejável.












Alimento Diário - O ministério que seguimos e praticamos
Escrito por Dong Yu Lan



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Ser purificado pelo fogo no tempo atual.

Manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará. Se permanecer a obra de alguém que sobre o fundamento edificou, esse receberá galardão (1 Co 3:13-14)

Mt 25:10-12, 30; 1 Pe 4:17

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No início da história da igreja, Pedro era o principal apóstolo, e exercia certa liderança entre os irmãos em Jerusalém. Nos registros bíblicos, vemos que, em diversos momentos, ele foi exposto em suas falhas. Vários desses episódios estão descritos no evangelho de Mateus, onde frequentemente Pedro é repreendido pelo Senhor. Apesar de reconhecer seus erros, a vida da alma de Pedro era forte e, por isso, continuamente era exposta.

Essa característica de Pedro ilustra quão difícil é lidarmos com nossa vida da alma, pois, mesmo depois que sofremos por nossas falhas e nos arrependemos, mais tarde, tornamos a errar. Graças ao Senhor, mesmo uma pessoa como Pedro foi transformada pela vida divina, e sua história de vida nos traz muita ajuda.

Como vimos ontem, Marcos e Silas tornaram-se cooperadores de Pedro, quando ele estava na Babilônia (1 Pe 5:12-13). Nesse tempo, Pedro escreveu suas epístolas, nas quais ele discorre acerca da purificação de nossa alma pelo fogo santificador do Espírito. Em Mateus 3:11, é revelado que o Senhor nos batizou com Espírito Santo e com fogo. Aplicando essas palavras à nossa experiência, Pedro escreveu: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando.” (1 Pe 4:12-13). Ele mesmo havia passado por essas experiências, e, cada vez que sua vida da alma foi exposta, ele aprendeu a permitir que o fogo do Espírito purificasse o seu interior.

Ao escrever essas palavras, Pedro não considerava somente a sua experiência. Ao seu lado estavam Marcos e Silas, que também haviam passado por sofrimentos por amor ao Senhor, e foram aperfeiçoados quanto ao negar a vida da alma. Eles aprenderam que os sofrimentos físicos não bastam para transformar nossa alma. O que nos traz a verdadeira transformação na alma é permitir que o fogo do Espírito queime as suas impurezas.

Em sua epístola, Pedro também nos revela que, no grande Dia do Juízo, no tribunal de Cristo, o julgamento começará pela casa de Deus (1 Pe 4:17). Ali será decidido pelo Senhor se estaremos aptos para desfrutar da glória de Seu reino, ou se seremos disciplinados (1 Co 3:14-15). Aqueles que não tiverem sido aperfeiçoados em vida, não permitindo que o fogo do Espírito os purifique, serão reprovados pelo Senhor e deixados do lado de fora do gozo do reino milenar, nas trevas exteriores (Mt 25:10-12, 30).

Por esse motivo, quando nossa vida da alma for exposta, voltemo-nos ao Espírito, invocando o nome do Senhor. Que possamos nos arrepender e esvaziar de nós mesmos dia a dia, permitindo que o fogo purificador do Espírito nos limpe de todas as impurezas de nossa alma!





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Escrito por Dong Yu Lan



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Cooperadores do ministério neotestamentário.


Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo (2 Ts 1:11)

 
 
Cl 4:10; Fm 24; 1 Pe 5:12-13

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Além dos doze apóstolos, muitos outros foram chamados pelo Espírito para a obra do ministério. João, apelidado Marcos (At 12:25), acompanhou Paulo e Barnabé no início da primeira viagem missionária. Todavia, por causa das adversidades da viagem, Marcos acabou voltando para Jerusalém, não acompanhando Paulo e Barnabé no restante da viagem (13:13).

Paulo se recusou a levar Marcos na segunda viagem, o que provocou uma grande discussão entre ele e Barnabé, a ponto de se separarem (15:36-39). Barnabé, entretanto, não desistiu de Marcos e o levou para Chipre. Certamente, em meio a essas situações, o jovem Marcos aprendeu lições, sendo aperfeiçoado por Barnabé. Finalmente, quando estava maduro, Marcos foi útil ao Senhor, pois cooperou com Paulo, quando este estava preso (Cl 4:10; Fm 24), e com Pedro, quando este estava na Babilônia (1 Pe 5:13). Há fortes indicações de que Marcos escreveu seu evangelho baseado nos relatos de Pedro.

Silas, também chamado Silvano, foi muito útil ao Senhor, servindo ao lado de Paulo na segunda viagem. Ele era um dos líderes da igreja em Jerusalém que, juntamente com Judas, acompanharam Paulo até Antioquia após a resolução da conferência em Jerusalém (At 15:22). Terminada sua missão, Silas não quis mais voltar para Jerusalém, pois escolhera permanecer ali e cooperar com Paulo em seu ministério. Então, eles viajaram juntos pelas regiões da Macedônia, Acaia e Ásia, pregando o evangelho e estabelecendo igrejas nas cidades por onde passavam. Ao final da segunda viagem, quando Paulo decidiu passar por Jerusalém, Silas não o acompanhou. Ao realizar sua terceira viagem, Silas tampouco é mencionado. Mais tarde, ele aparece também cooperarando com Pedro, quando esteve na Babilônia (1 Pe 5:12).

Outro importante cooperador de Paulo foi Lucas, que era médico (Cl 4:14). Ele foi responsável por registrar todos os fatos descritos no livro dos Atos dos Apóstolos e escreveu seu evangelho com base em suas pesquisas (At 1:1-3; Lc 1:1-4).

Graças a Deus por Sua grande misericórdia e infinita graça. Do mesmo modo como, no passado, chamou essas pessoas, ainda hoje Ele nos chama, independente de qual seja nossa história, instrução, função ou origem. Não importa nossa condição, Ele é poderoso para nos capacitar e equipar para realizar Sua obra de edificação. Por isso não podemos desistir de ninguém, tampouco de nós mesmos. Se perseverarmos seguindo o Senhor, independente de nossos erros ou dificuldades, seremos úteis a Ele hoje e, no porvir, seremos aprovados por Ele em Seu reino.





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08 março, 2013

Dia da mulher

Dia da Mulher










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Escrito por Dong Yu Lan  



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Ser paciente com os jovens quando fracassam

Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente (2 Tm 2:24)

2 Tm 4:11; Fm 24
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Em 1 Pedro 5:12-13, lemos: “Por meio de Silvano, que para vós outros é fiel irmão, como também o considero, vos escrevo resumidamente, exortando e testificando, de novo, que esta é a genuína graça de Deus; nela estai firmes. Aquela que se encontra em Babilônia, também eleita, vos saúda, como igualmente meu filho Marcos”. Na parte final do ministério de Pedro, ele tinha esses dois irmãos que se coordenavam com ele. O primeiro era Silvano, que é Silas; o outro era Marcos.

 
Marcos, também chamado João Marcos, era primo de Barnabé e acompanhou Barnabé e Paulo na primeira viagem ministerial que empreenderam na pregação do evangelho. Em sua segunda viagem missionária, Paulo não quis levar Marcos consigo, pois este lhe causara problemas na primeira viagem: “Barnabé queria levar também a João, chamado Marcos. Mas Paulo não achava justo levarem aquele que se afastara desde a Panfília, não os acompanhando no trabalho. Houve entre eles tal desavença, que vieram a separar-se. Então, Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre. Mas Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu encomendado pelos irmãos à graça do Senhor” (At 15:37-39).

 
Paulo recusou a companhia de Marcos naquele momento, mas, posteriormente, os dois voltaram a cooperar na obra, como lemos em Colossenses 4:10: “Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo, e Marcos, primo de Barnabé (sobre quem recebestes instruções; se ele for ter convosco, acolhei-o)”; em 2 Timóteo 4:11: “Somente Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério”, e em Filemom 24: “Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores”.

 
Mais tarde, Marcos se juntou a Pedro. Com base nos relatos de Pedro, sobre as experiências que teve nos últimos três anos em companhia do Senhor Jesus, é que Marcos deve ter escrito seu evangelho. Nele descreveu os aspectos do ministério terreno de Jesus como um Servo, um Escravo incansável de Deus. Ele apresentou o viver humano do Senhor na terra, Suas obras, Seus milagres e as constantes curas e expulsão de demônios que realizou como Servo fiel de Deus. Nesse período, a vida de Pedro ainda não era tão crescida. Ao escrever suas epístolas, porém, vemos um Pedro mais experiente, um homem trabalhado por Deus, que soube não só acolher e aproveitar o talento do jovem Marcos como também apresentar o dispensar do Deus Triúno, a salvação completa de Deus, a importância do fogo que prova a nossa fé e as coisas que conduzem à vida e à piedade.

 
Todos nós que cooperamos na obra do Senhor, precisamos aprender a lição de incentivar os jovens a funcionar no espírito. Se algum jovem vier a fracassar, devemos ser pacientes e dar-lhe mais uma chance, pois, quando amadurecerem, serão úteis ao Senhor.








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